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quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Perdida no Altar – Parte II



Olá amigas, segue o testemunho da esposa de pastor, se deseja pode ler  aqui a primeira parte, que foi publicada semana passada.
“Tenho acompanhado os comentários do post da semana passada e os que me chamam mais a atenção são os daqueles que estão passando pelo mesmo que passei ou algo semelhante, pois foi pensando em vocês que que decidi me abrir sobre isso.
Hoje vou me estender um pouquinho mais… mas continue acompanhando até o final, valerá a pena.
Antes de ser levantada a obreira, eu já havia vencido os problemas para dormir, já não me sentia deprimida e para mim, a igreja era o meu lar, o lugar onde eu me sentia mais feliz.
O tempo foi passando, conheci meu esposo, nos casamos e começamos a fazer a Obra juntos. Tudo parecia ir bem, da igreja para casa, de casa para a igreja… Não tinha tempo para mais nada… aliás o que eu mais queria, era fazer, fazer e fazer…
Tais afazeres não me permitiram ver o meu verdadeiro estado espiritual. Eu estava fazendo as coisas automaticamente, dependia da fé do meu esposo e do ambiente em que me encontrava…
Eu ainda sentia coisas estranhas na hora da oração forte e não conseguia vencer certos pensamentos (pecaminosos), pois ao invés de repreendê-los, eu os entretinha e na minha própria mente – onde apenas Deus e o diabo sabiam o que se passava – eu pecava. Eu me sentia mal depois, pois sabia que era errado, então pedia perdão a Deus e seguia em frente, da mesma forma que fazia com a maneira em que me sentia durante as orações de libertação.
Então houve um período em que se falava muito em novo nascimento, não apenas para o povo, mas também entre nós, que fazemos a Obra. Uma palavra ficou marcada dentro de mim: “Aquele que é nascido de Deus vence o mundo”. Foi meditando nessas palavras que eu disse para mim mesma: como posso ser nascida de Deus se eu não estou vencendo? Não conseguia vencer as tentações e não conseguia vencer aquilo que estava sentindo, não conseguia ser independente e o meu bem-estar dependia da influência de terceiros.
Um dia, comentando sobre as reuniões de libertação com alguns amigos e sobre a nossa luta para libertar as pessoas, eu me senti mal e por um segundo tudo se escureceu e não consegui ver nada. Foi muito rápido, eu disfarcei logo, mas dentro de mim eu me senti confusa… Isso não está certo! – pensei.
Decidi me consagrar mais a Deus e então pensei: vou louvar a Deus em línguas, pois o fazemos para a nossa própria edificação. Essa minha oração teve o efeito contrário, eu sei que não sabemos o que falamos quando louvamos a Deus em línguas mas naquele momento, é como se eu estivesse conversando abertamente em uma outra língua, eu nunca tinha proferido palavras como aquelas e o tom que eu usava era como de alguém com raiva… meu coração bateu forte e eu senti medo. “Basta! Preciso buscar ajuda agora!”
Meu testemunho e a conclusão da minha história chegam na semana que vem… não percam!”

Uma esposa de pastor

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